Este post vai ser um tanto longo...mas isso com certeza vai ter que ser registrado.
Depois de passado o susto, o esperado show do Teatro Mágico. A primeira impressão? Que tipo de pessoas são essas que estão aqui pra ver TM? E aí entra o cara que canta estranho, e parece que fica lá eternamente (pelo menos pra mim que estava super ansiosa). Depois de um "pequeno" intervalo, entra a Trupe. Pena ser pequena nessas horas, perdi várias partes muito interessantes. Decidi entrar na luta e disputar um lugar mais perto. Sensações? Indescritíveis. Aquela magia, aquela música, aquela vontade de largar tudo e viver de arte. Gritei, gritei, gritei, na metade do show eu não tinha mais nenhuma voz, mas ainda tirava forças pra cantar, recitar, lindo, lindo! Um show de deixar qualquer indivíduo um tanto quanto tiete. Pronto, em algumas horas, decidi ser fã por todo esse tempo que não fui. O show acaba e você sente aquela admiração de colocar as pessoas num pedestal e ficar olhando lá debaixo. Só olhando. Fui exercitar meu papel, comprei uma regata e adesivos, estes que serviram logo mais para os autógrafos, sim, autógrafos. Eles descem do palco e se tornam pessoas normais, não desprezam sua posição humilde de fã, e te abraçam, beijam, tiram foto, conversam. O contado físico é magnífico, estou boba até agora. Aquele que estava lá no palco, que barreiras nos separavam, agora está ali, ao seu lado. Se não bastasse, o Anitelli, vocalista, pareceu adivinhar. O meu autógrafo foi: "Acredite-se". Nada mal pra quem está prestes a fazer umas provas que irão mudar sua vida. Eu só queria olhar e dizer: Obrigada por esse momento. Fui embora feliz e renovada, com meus adesivos, minha regata com os dizeres "Os opostos se distraem, os dispostos se atraem." e algumas fotos de lembrança de um dia inesquecível. Marcante.
Porque o TM é cor, é sabor, é sentir. É sorrir. É fita, fogo e luz e palhaçada. É o livre por vontade, por amor. É o acesso, é a verdade.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
Lisbela - L.H.
"Ser o primeiro, ser o rei, eu quero um sonho
Moça donzela, mulher, dama, ilusão
Na minha vida tudo vira brincadeira
A matina e verdadeira, domingo e televisão
Eu quero um beijo de cinema americano
Fechar os olhos fugir do perigo
Matar bandido, prender ladrão
A minha vida vai virar novela."
Moça donzela, mulher, dama, ilusão
Na minha vida tudo vira brincadeira
A matina e verdadeira, domingo e televisão
Eu quero um beijo de cinema americano
Fechar os olhos fugir do perigo
Matar bandido, prender ladrão
A minha vida vai virar novela."
domingo, 14 de outubro de 2007
Serenata
Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.
Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silencio,
e a dor é de origem divina.
Permite que eu volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.
Cecília Meireles
Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.
Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silencio,
e a dor é de origem divina.
Permite que eu volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.
Cecília Meireles
sábado, 13 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Auê
Cadê minha flor, cadê meu amor? Cadê minhas noites, meus luares? A paz se esconde e eu procuro por conforto num olhar qualquer. O tempo corre atrás de mim enquanto eu corro atrás do futuro. As mudanças me engolem como um leão faminto e eu já nem persisto nessa luta. É a lei do mais forte. Tudo programado, regras e horários e deveres. Meu corpo cansado só pede por água no meio do deserto e o meu oásis já nem existe mais. Vejo de longe a linha de chegada e meus calcanhares dóem, mas eu persisto, insisto. E o pódio me espera. Me espera com tudo que eu tenho direito.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Poucos têm noção do quanto eu queria ser vegetariana, mas sendo um ser inferior, não consigo. Como podemos comer uma coisinha dessa? Os animais que deviam nos comercializar, por tudo que fazemos e que eles não fazem. Aliás acho que o nome animal, tanto quanto "ser humano" já estão um tanto ultrapassados, deveríamos trocar. Nós seríamos animais selvagens e eles os seres humanos, fazendo jus a tais condutas.
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